terça-feira, 25 de novembro de 2008

IDADE MEDIA

POLITICA: Descentralizando, o acontecimento causado pela crise do séc. XIV.
ECONOMIA: Feudal, violência e ataques contra os feudos.
SOCIEDADE: Estaminal. Com a crise, a sociedade não mudou, permaneceu a mesma.
CULTURA: Igreja católica sofreu mudanças através das cruzadas.

IDADE MODERNA

POLITICA: Centralizando, mudanças, soluções contra a crise
ECONOMIA: Comercial, o comercio começou a sofrer mudanças, a economia feudal perdeu lugar para o comercio.
SOCIEDADE: Estaminal, com o passar do tempo não mudou, permaneceu.
CULTURA: Grupos sociais, religiosos e ciência ,através das cruzadas surgiram menos grupos sociais.

ARTHUR SCOPEL 1º C

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Saddam Hussein

Saddam Hussein nasceu na aldeia Al-Awja, pertencente à cidade muçulmana sunita de Tikrit, situada a 150 quilômetros de Bagdá. Nascido no mesmo lugar que o lendário Saladino e descendente de uma família de camponeses. Saddam, ainda na adolescencia, se mudou para Bagdá.
Em
1956, aos dezenove anos, aderiu ao Partido Socialista Árabe Ba'ath (fundado na Síria por Michel Aflaq) e, no mesmo ano, participou de um golpe de Estado fracassado contra o rei Faisal II. Dois anos depois, participou de outro golpe, dessa vez contra Abdul Karim Qassim, carrasco do monarca e líder do novo regime golpista. Acusado de complô, foi condenado à morte à revelia em fevereiro de 1960, sentença da qual conseguiu escapar fugindo para o Egito e através da Síria, onde as autoridades lhe concederam asilo político.
No
Cairo, concluiu seus estudos secundários e foi admitido na Escola de Direito - terminaria a faculdade anos depois, em 1968 -, onde se relacionou com jovens membros do Partido Ba'ath egípcio, de inspiração esquerdista e pan-árabe. Acabou sendo perdoado e voltando a Bagdá após a revolução liderada pelo partido Ba'ath em fevereiro 1963. Saddam assumiu o comando da organização militar do partido. No ano seguinte, voltou à prisão, que só deixaria três anos depois.
Caracteristicas do governo Sadan Hussein
· O presidenteFoi uma maravilha, o país cresceu assustadoramente, mesmo com a sangrenta guerra com os irmãos iranianos, guerra esta mutretada pela CIA devido ao seqüestro dos 102 servidores da embaixada americana no Irã.Na realidade o Sadan foi criado, e armado pelos americanos, para ser um seu subserviente, e o foi por mais de uma década, mas quando resolveu cuidar dos interesses do Iraque e der uma banana para o carcará do norte, aí, no ponto de vista americano ele passou a ser não um grande presidente, mas sim um ditador sanguinário.Daí pra frente os americanos só pararam quando reduziram Bagdá e quem respondeu (3)
Saddam presidente: as Guerras do GolfoTendo sido ardoroso fã de Stalin na adolescência, como presidente Saddam acabou por desenvolver um culto à personalidade característico do regime comunista de Stalin. Cartazes com retratos seus espalhados por ruas e avenidas de todo o Iraque, criação de uma imagem de islamita devoto e bom pai de família (embora fosse considerado um cético do ponto de vista religioso e apreciasse bebidas alcoólicas proibidas pelo Islão), eliminação violenta de toda a oposição política, censura à imprensa Saddam acabou por parecer, aos olhos do iraquiano comum, como o retrato da autoridade infalível, ainda que tirânica.
Xiitas e sunitas no Iraque, duas comunidades de relações difíceis
BAGDÁ, 23 fev (AFP) - As relações entre as duas principais correntes do Islã no Iraque, os xiitas e os sunitas, têm se caracterizado por um clima de contínua tensão.- OS XIITAS representam mais da metade da população iraquiana (mais ou menos 60%) e estão estabelecidos principalmente no sul do país.Depois de anos de opressão durante o regime sunita de Saddam Hussein, conquistaram ampla vitória nas eleições gerais de 30 de janeiro de 2005, chegando ao poder pela primeira vez na história do país.Sua longa exclusão do processo político em benefício dos sunitas começou nos anos 20, quando as autoridades religiosas xiitas pediram aos fiéis que boicotassem as eleições organizadas pelo ocupante britânico.- OS SUNITAS buscam se apresentar como a ortodoxia frente ao xiismo, ou seja, a facção que aplica as doutrinas, normas e costumes estabelecidos pela religião. Eles se submetem à Sun na ("Tradição do Profeta") e geralmente obedecem ao poder instalado, inclusive se não for religioso.Uma corrente muita purista do sunismo é o wahabismo, atualmente doutrina de Estado na Arábia Saudita.Os sunitas, apesar de majoritários no Islã, são minoritários dentro da população iraquiana (entre 20 e 25%).


Preços e estabilidade política
As previsões energéticas mundiais concordam que o Oriente Médio continuará ainda por muito tempo como o deus ex maquina da indústria petrolífera
As dificuldades provêm menos das políticas adotadas pelos países exportadores em questão que do nível dos preços e da conjuntura política internacional. A revolução líbia de 1969, a revolução islâmica de 1979 no Irã e a guerra contra o Iraque em 1991 ilustram bem o fato de que, seja qual for o regime, esses países aspiram a desenvolver sua produção e suas exportações pela simples e boa razão de que necessitam aumentar sua receita com o petróleo e o gás. Além do fato de que devem se esforçar para evitar sanções, gozar da necessária estabilidade para atrair investimentos estrangeiros e mantiver os preços do petróleo num nível razoável. Mesmo a 25 dólares o barril, o preço do petróleo representa apenas 7,2 dólares em moeda de 1973 e menos da metade de seu patamar no início da década de 80.

Reorganiza-se o cenário do petróleo
Graças a uma capacidade de produção não utilizada, avaliada em quase 6,5 milhões de barris/dia (b/d), da qual, a metade na Arábia Saudita, os países membros da OPEP não hesitarão em aumentar sua produção, caso um ataque contra o Iraque venha a provocar a suspensão das exportações por esse país ou se, por outras razões, a oferta mundial se tornar insuficiente para atender à demanda. Embora necessitem muito de uma alta dos preços do petróleo para enfrentar suas dificuldades econômicas, os países da OPEP insistem em manter como objetivo uma variação de 22 a 28 dólares por barril. Alguns regimes árabes, particularmente do Golfo, ficaram paralisados de medo com as ameaças feitas pelo governo Bush após o 11 de setembro e, para garantir a segurança e a sobrevivência, aumentou a produção em algumas centenas de milhares de barris de petróleo por dia.
Quais são as causas e conseqüências da guerra para EUA e Iraque?
Causas: ganância e imperialismo estadunidense. Por que não vão "ajudar" outros povos? Simples, por não haver petróleo.Conseqüências: mortes de inocentes, mais ódio ainda.
Atuação da ONU e da comunidade internacional no conflito

Como se tivesse sido originária de uma lei natural ulterior (Lex naturalis), as palavras do jus filósofo alemão Rudolf Von Hering, autor de A Luta Pelo Direito, constituem presságio do funcionamento hodierno do sistema de segurança internacional à luz dos paradigmas do Direito Internacional Público. Cenário internacional este que, após o intervencionismo anglo-americano no Iraque à revelia da Organização das Nações Unidas (ONU), criada pela Conferência de São Francisco de 1945, se encontra marcado pelo sensível desprestígio e enfraquecimento deslegitimante.
Atual situação política, econômica, social e cultural do Iraque
SITUAÇÃO DO IRAQUE PÓS SADDAM:Aspecto político: País invadido e sob ocupação estrangeira Não há democracia (governo democrata)Não há lei e ordem Aspecto econômicoPaís invadido e sob ocupação estrangeiraSolo e ar contaminados por bombasPetróleo e outras riquezas sendo subtraídasAspecto socialPaís invadido e sob ocupação estrangeiraPovo Iraquiano sendo humilhado, torturado, massacradoAspecto cultural:Pais invadido e sob ocupação estrangeiraPovo Iraquiano contará em prosa e versos o "holocausto iraquiano".
alunas Adriana n°01, Jeane n°14 1"C"

quem foi saddam hussein

Quem foi Saddam Hussein? basesSaddam foi um dos homens que participaram da tentativa de assassinato do general Abdul Karim Kassen, que havia derrubado a monarquia em 1958. O líder iraquiano passou um breve período no Egito, durante o qual seu partido participou de um golpe militar em Bagdá. Voltou ao Iraque a tempo de ser preso quando o Baath foi derrubado em 1964. Características do governo de Saddam Hussein? O resultado menos catastrófico da atual Guerra do Golfo e a eventual invasão do Iraque é, portanto, a sobrevivência no poder de Saddam Hussein, como único chefe de um Iraque unificado, embora militarmente emasculado, incapaz de qualquer agressão externa. Por todos os motivos enunciados, este grupo recomenda a cessação de todos os esforços para assassinar Saddam Hussein, ou para marchar até Bagdá e ocupar o Iraque. Xiitas e Sunitas. Os dois grupos religiosos são responsáveis pela maioria dos confrontos entre civis.Um terceiro grupo, os curdos, vive ao norte e busca a criação de um Estado próprio.
Quais são as relações políticas e econômicas do Iraque com os EUA nos últimos vinte anos? Política Internacional é a política feita por um país para um determinado país, ou para o mundo como um todo. Como na política interna, a política internacional tratará de temas como segurança, economia e relações diplomáticas.
, O ditador iraquiano Saddam Hussein viveu muitos anos como grande autoridade cultuada no país, mas passou a viver como clandestino após a queda de seu regime, em 2003.O culto da personalidade em torno do "grande dirigente" terminou com sua captura, por tropas americanas, em um beco ao norte de Bagdá, em 13 de dezembro de 2003, depois de uma perseguição que durou oito meses.Em 9 de abril de 2003, o regime do homem que prometeu "morrer no Iraque e preservar a honra de seu povo" caiu com a entrada das tropas americanas na capital iraquiana e a fuga de seu Exército.Após a queda, Hussein, 69, entrou na clandestinidade. Suas estátuas foram derrubadas e seus retratos, destruídos. Seus filhos Qusay e Uday foram mortos três meses mais tarde, em um ataque das forças de ocupação contra seu esconderijo. Sua mulher e suas filhas fugiram do Iraque.Após sua captura, o ex-governante foi mantido preso em locais desconhecidos do Iraque, antes de ser transferido a uma prisão em uma das maiores americanas do país, perto do aeroporto de B.
CARACTERISTICAS DO GOVERNO DE SADDAM HUSSEIN?
A divulgação neste Domingo da sentença do tribunal iraquiano que julgava o antigo ditador do país, Saddam Hussein, para a qual o governo do país se havia preparado através da declaração do recolher obrigatório, foi recebida de forma muito diferente pelos habitantes do Iraque. Saddam, foi condenado à morte, por enforcamento, após ter sido declarado culpado de Crimes contra a Humanidade.Assim, enquanto as regiões de maioria Xiita (que representam mais de 60% da população do país) as pessoas festejaram alegremente a decisão do tribunal, outras regiões houve, como o centro-norte e o oeste do país, onde as pessoas protestaram contra a condenação.O facto de Saddam Hussein, ser de origem sunita, e de os sunitas sempre terem dominado o Iraque desde que o país foi criado pelos britânicos, resultou em sentimentos de desconfiança entre as duas principais seitas do Islão, numa altura em que com a introdução de um sistema democrático de representação, a maioria xiita, pode pela primeira vez ser ouvida.Uma das características do governo de Saddam, foi a feroz repressão dos xiitas do sul do país, onde se encontram os dois mais sagrados lugares do islão Xiita, as cidades de Najaf e KarbalahO dominio dos sunitas, foi sempre garantido através de uma forte repressão, quer durante a monarquia imposta pelos britânicos quer pelos regimes despóticos que se lhe seguiram. O exército do Iraque, foi sempre dominado pelos sunitas, e as suas chefias eram na sua esmagadora origem daquela facção religiosa, pese embora o facto de o Iraque ser um estado laico.A morte por enforcamento de Saddam Hussein, inevitavelmente levará os sunitas iraquianos a achar que estão encurralados num país onde a superioridade numérica dos xiitas acabará por os impor em todos os lugares do aparelho de estado, potenciando e criando condições para o estabelecimento de um clima de guerra civil, que se pode transformar a médio e longo prazo num clima de guerra religiosa entre os xiitas, apoiados pelo Irão, e pelos sunitas apoiados pela Arábia Saudita.
XIITAS E SUNITAS NO IRAQUE? - OS XIITAS representam mais da metade da população iraquiana (mais ou menos 60%) e estão estabelecidos principalmente no sul do país.Depois de anos de opressão durante o regime sunita de Saddam Hussein, conquistaram ampla vitória nas eleições gerais de 30 de janeiro de 2005, chegando ao poder pela primeira vez na história do país.Sua longa exclusão do processo político em benefício dos sunitas começou nos anos 20, quando as autoridades religiosas xiitas pediram aos fiéis que boicotassem as eleições organizadas pelo ocupante britânico.A marginalização dos xiitas, que nos anos 50 eram maioria no Partido Baath e no Partido Comunista iraquiano, se acelerou nos anos 70, com o aumento do poder do clã sunita de Tikrit de Saddam Hussein.A chegada ao poder de Saddam se traduz na proibição de algumas festas religiosas, como o Ashura, e uma repressão sangrenta contra os dirigentes religiosos xiitas. O mais importante deles, o aiatolá Mohamed Baqer Sadr, foi executado em 1980.Em 1991, logo depois da derrota iraquiana na guerra do Golfo, uma revolta popular xiita explodiu na região sul do Iraque. Este amplo movimento de hostilidade ao poder foi reprimido de maneira sangrenta pelas autoridades.Somente a queda do regime de Saddam Hussein em abril de 2003 permitiu aos xiitas a prática aberta de seus rituais.Porém, os xiitas foram vítimas de vários atentados desde o início da guerra. Em agosto de 2003 em Najaf, pelo menos 83 pessoas morreram, incluindo o religioso Mohammed Baqer Hakim. No dia 2 de março de 2004, durante o luto sagrado de Ashura, mais de 170 pessoas morreram.Em 19 de dezembro, as cidades xiitas de Najaf e Kerbala são de novo alvo de dois atentados (66 mortos). Em 28 de fevereiro, Hilla, cidade majoritária xiita, é alvo do atentado mais sangrento registrado desde abril de 2003, reivindicado pelo grupo do chefe da Al-Qaeda no Iraque, Abu Mussab al-Zarqawi (118 mortos).Os xiitas formam atualmente uma comunidade não monolítica. O governo iraquiano, dominado por uma corrente religiosa majoritariamente fiel ao grande aiatolá Ali Sistani, é partidária de que sejam mantidas as forças estrangeiras, ao passo que o clérigo radical Moqtada al-Sadr, cujas tropas, o Exército de Mehdi, dirigiram no ano passado uma rebelião contra a ocupação, é um ferrenho opositor à presença dos americanos no país.O Iraque ocupa um lugar considerável no xiismo. Os elementos fundadores desta facção da fé muçulmana nasceram nesse país e seis dos 12 imãs venerados pelo xiismo estão enterrados ali, em particular Ali, primo e genro do profeta Maomé, cujo mausoléu se encontra em Najaf, e Hussein, filho de Ali e neto do profeta, em Kerbala.- OS SUNITAS buscam se apresentar como a ortodoxia frente ao xiismo, ou seja, a facção que aplica as doutrinas, normas e costumes estabelecidos pela religião. Eles se submetem à sunna ("Tradição do Profeta") e geralmente obedecem o poder instalado, inclusive se não for religioso.Uma corrente muito purista do sunismo é o wahabismo, atualmente doutrina de Estado na Arábia Saudita.Os sunitas, apesar de majoritários no Islã, são minoritários dentro da população iraquiana (entre 20 e 25%).Sempre estiveram à frente do Estado e dominaram o Exército e as forças de segurança. Sob o regime de Saddam Hussein, os sunitas se beneficiavam de sua proteção e ocupavam a maioria dos postos de comando, formando essencialmente os quadros superiores do Exército, da polícia e do Partido Baath.Relegado ao segundo plano depois da invasão americana do Iraque, em março de 2003, em benefício dos xiitas e dos curdos, a minoria sunita surge de uma subrepresentação na Assembléia devido às convocações ao boicote que fizeram a seus eleitores em 30 de janeiro de 2005, provocando a perda de influência desta comunidade.Já frustrada pelo aumento do poder dos xiitas, esta comunidade se sente alvo das inúmeras operações e detenções realizadas pelas forças iraquianas e americanas em bairros ou localidades povoadas por árabes sunitas devido à natureza de sua insurreição, formada essencialmente de sunitas.
A ONU e a manutenção da paz
As Nações Unidas enfrentam um desafio extraordinário na área da manutenção da paz. O número de operações continua crescendo, o envio e distribuição de tropas está aumentando em espiral e a necessidade de mais especialistas civis começa a fazer-se sentir com grande acuidade. Atualmente, o Departamento de Operações de Manutenção da Paz das Nações Unidas administra 16 missões em lugares tão distantes como Timor Leste, Haiti ou Saara Ocidental.
As Nações Unidas vem aumentar sistematicamente sua capacidade para apoiar operações e planejar novas missões. No entanto, estas solicitações crescentes estão, mais do que nunca, colocando à prova a capacidade de manutenção da paz da ONU e, para lhes poder dar resposta, a Organização necessita de importantes recursos suplementares. As perguntas e respostas que se apresentam a seguir descrevem as atividades das Nações Unidas na área da manutenção da paz.
O que é a manutenção da paz?
A Carta das Nações Unidas confere ao Conselho de Segurança da ONU o poder e a responsabilidade de empreender ações coletivas com vista a manter a paz e a segurança internacionais. É por esta razão que a comunidade internacional recorre ao Conselho de Segurança quando é necessário autorizar operações de manutenção da paz.
As atividades de manutenção da paz das Nações Unidas surgiram, inicialmente, durante a Guerra Fria como um meio de resolver conflitos entre os Estados mediante o envio de pessoal militar desarmado ou portador de armas leves de vários países, sob o comando da ONU, e sua distribuição pelas forças armadas das partes anteriormente em conflito. O fim da Guerra Fria deu origem a uma mudança radical nas atividades de manutenção da paz da ONU. Com um novo espírito de cooperação, o Conselho de Segurança criou missões de manutenção da paz de maior dimensão e mais complexas, freqüentemente para ajudar a implementar acordos de paz abrangentes entre os protagonistas de conflitos internos. Além disso, as missões de manutenção da paz passaram a contar com a participação de um número cada vez maior de elementos não militares a fim de garantir sua sustentabilidade. Em 1992, foi criado o Departamento de Operações de Manutenção da Paz das Nações Unidas, com o objetivo de apoiar a procura crescente de atividades de manutenção da paz complexas.
Em 1999, o Secretário-Geral, Kofi Annan, decidiu que era imprescindível efetuar uma reforma das missões de manutenção da paz das Nações Unidas realçando a necessidade de aumentar a capacidade das Nações Unidas para realizar operações de manutenção da paz e, em particular, para assegurar o rápido envio de capacetes azuis e a atribuição rápida de mandatos susceptíveis de satisfazer as necessidades in loco. Era necessário definir normas de intervenção militar mais claras para as missões de manutenção da paz da ONU, garantir uma maior coordenação entre o Secretariado da Organização em Nova Iorque e as suas agências ao nível do outro lado, também era necessário intensificar os esforços no sentido de proteger as populações civis durante os conflitos.
planejamento e realização das missões, bem como uma maior cooperação entre as Nações Unidas e as organizações regionais. Por Quais são os principais desafios a superar a fim de garantir o êxito das missões de manutenção da paz?
Os desafios que se apresentam às missões de manutenção da paz da ONU são imensos. Na República Democrática do Congo, por exemplo, as Nações Unidas dão apoio a um governo transitório num país enorme, onde a infra-estrutura é mínima e onde existe pouca coesão nacional. No Kosovo, a ONU está preparando o país e as partes interessadas para as conversações sobre o estatuto final. A Organização está reforçando sua missão na Libéria e a reduzindo as operações em Timor Leste e em Serra Leoa. Simultaneamente, têm surgido novas crises e foram assinados novos acordos de paz. As forças armadas com maior capacidade do mundo têm enormes contingentes destacados em várias regiões - principalmente no Iraque e no Afeganistão - enquanto os países em desenvolvimento, entre os quais se contam os 10 países que mais contribuem com efetivos para as missões de manutenção da paz da ONU, têm recursos limitados.
Quem decide sobre o envio de uma missão de manutenção da paz da ONU e quem fica responsável pela mesma?
É o Conselho de Segurança das Nações Unidas que normalmente cria e define as missões de manutenção da paz. Para isso, atribui a cada missão um mandato - uma descrição das tarefas da missão. A fim de criar uma nova missão de manutenção da paz ou alterar o mandato ou efetivos de uma missão existente, é necessário o voto favorável de nove dos 15 Estados-Membros do Conselho de Segurança. No entanto, se qualquer um dos cinco membros permanentes - China, França, Federação Russa, Reino Unido ou Estados Unidos - votar contra a proposta, esta é rejeitada. As operações de manutenção da paz são dirigidas e geridas pelo Secretário-Geral, que informa o Conselho sobre o seu andamento.
Quanto custa a manutenção da paz?
As atividades da ONU na área da manutenção da paz são muito eficazes em termos de custos. A ONU gasta menos, por ano, na manutenção da paz a nível mundial do que a cidade de Nova York gasta nos orçamentos anuais dos seus bombeiros e da sua polícia. Além disso, a manutenção da paz é muito menos dispendiosa do que a alternativa, isto é, a guerra. As missões de manutenção da paz do ONU custaram cerca de 2,6 bilhões de dólares em 2002. No mesmo ano, os governos gastaram cerca de 800 bilhões de dólares em armas - um valor que representa 2,5% do produto interno bruto mundial e que não apresenta sinais de estar diminuindo.
O orçamento da manutenção da paz proposto para o ano 2004-2005 é de 2,68 bilhões de dólares mas se novas missões forem criadas, poderá haver um acréscimo de mais 2 bilhões.
Todos os Estados-Membros são legalmente obrigados a contribuir com uma parcela dos custos da manutenção da paz, segundo uma fórmula complexa que eles próprios definiram. Apesar desta obrigação legal, em março de 2004, as contribuições em atraso dos Estados-Membros ascendiam a cerca de 2 bilhões de dólares.
Como são remunerados os capacetes azuis?
Os soldados integrados em missões de manutenção da paz são remunerados pelos respectivos governos de acordo com as patentes e as tabelas salariais nacionais. Os países que fornecem pessoal militar e da polícia a título voluntário para operações de manutenção da paz são reembolsados pela ONU a uma taxa fixa ligeiramente superior a mil dólares por soldado, por mês. A ONU também reembolsa os países por equipamento.
Quem contribui com pessoal?
A Carta das Nações Unidas estipula que, a fim de contribuir para a manutenção da paz e da segurança internacionais, todos os Estados-Membros se comprometem a proporcionar ao Conselho de Segurança as forças armadas e facilidades necessárias. Desde 1948, cerca de 130 países contribuíram com pessoal militar e da polícia civil para operações de paz. Embora não existam registros pormenorizados de todo o pessoal que prestou serviço em missões de manutenção da paz desde 1948, calcula-se que, nos últimos 56 anos, já prestaram serviço sob a bandeira da ONU cerca de um milhão de soldados, polícias e civis. Em março de 2004, havia mais de 51 mil elementos das forças armadas e da polícia de 94 países prestando serviço - o maior número desde 1995.
Em março de 2004, além do pessoal militar e da polícia, havia mais de 3 200 efetivos civis internacionais, 1 200 voluntários das Nações Unidas e 6 500 efetivos civis locais trabalhando em missões de manutenção da paz da ONU.
É permitido aos capacetes azuis da ONU usar a força?
Segundo o conceito tradicional de manutenção da paz, as forças da ONU devem estar desarmadas ou armadas com armas de pequeno calibre, apenas podendo usar a força em legítima defesa. No entanto, nos últimos anos, os acontecimentos deram origem a um debate sobre a forma de tornar os capacetes azuis mais eficazes em missões perigosas e complexas, assegurando simultaneamente a sua imparcialidade.

Saddam Hussein




Quem foi Saddam Hussein?
Ele foi chefe de estado, presidente do conselho da revolução, comandante das forças armadas. Em novembro de
1969, Saddam foi nomeado vice-presidente do Conselho do Comando Supremo da Revolução.
A
economia do Iraque cresceu a um ritmo forte na década de 1970. Saddam destacou-se por investir pesado em saúde e em educação.

Características do governador de Saddam Hussein.
Marcado por muitas guerras.Como:
A guerra do golfo, a guerra Irã-Iraque, a guerra do Kuwait e a guerra do Iraque.

Xiitas e Sunitas no Iraque.
Xiitas representam mais da metade da população iraquiana.
Sunitas busca-se apresentar como a maior ortodoxa frente ao xiismo.

Relações políticas e econômicas do Iraque com os Estados Unidos nos últimos 20 anos.
Esta havendo conflito, devido ao petróleo que esta situado no Iraque, esta tendo uma relação diferenciada.

Causas e conseqüências da guerra para os dois países.
Guerras, mortes, fugas devido ao poder do petróleo, esta havendo uma repercussão por causa do petróleo.
Causando muitas mortes.

Atuação da ONU e da comunidade internacional no conflito.
Onu significa organização das nações unidas, está tentando controlar a situação desses conflitos.
Esta tentando manter a paz, os direitos humanos.

Atual situação política, econômica, social e cultural do Iraque.
Iraque exporta petróleo e tâmaras.
Tem regime autoritário do governante Saddam Hussein, sofreu intervenção militar dos Estados Unidos.




Danilo,Jhonatan,Heraldo,Paulo Victor. ( 1º C )

Saddam Hussein


Quem foi Saddam Hussein?

Saddam foi um dos homens que participaram da tentativa de assassinato do general Abdul Karim Kassen, que havia derrubado a monarquia em 1958. O líder iraquiano passou um breve período no Egito, durante o qual seu partido participou de um golpe militar em Bagdá. Voltou ao Iraque a tempo de ser preso quando o Baath foi derrubado em 1964.

Característica do governo de Saddam Hussein?

Uma das características do governo de Saddam foi a feroz repressão dos xiitas do sul do país, onde se encontram os dois mais sagrados lugares do islão Xiita, as cidades de Najaf e Karbalah

Xiitas e sunitas no Iraque.

Xiitas e sunitas integram os dois principais grupos do Islã. A divisão entre eles surgiu no ano de 632, logo depois da morte de Maomé, e tem origem na disputa pelo título de "califa", ou líder máximo da nação muçulmana. Os seguidores se dividiram entre o primo de Maomé, Ali ibn Abi Talib, e um amigo do profeta, Abu Bakr - que acabou se tornando o califa, por ter apoio da maioria. Anos depois, Ali ainda se tornaria o califa, antes de ser assassinado perto de Kufa, no atual Iraque, em 661. A nova disputa pela sucessão marcou a divisão formal entre os grupos.

Relações políticas e econômicas do Iraque com os Estados Unidos nos últimos 20 anos.

O Brasil deseja aprofundar as relações com os países árabes, tanto no plano bilateral, como por intermédio de contatos mais sistemáticos com entidades representativas da região, como a Liga dos Estados Árabes - organismo regional do qual nos tornamos, este ano, o primeiro observador da América Latina.

Causas e conseqüências da guerra para os dois países.

A intervenção militar no Iraque foi mais fácil do que a opinião pública temia o que, aparentemente, foi positivo. Contudo, é preciso recordar a escassa eficiência das forças armadas iraquianas. A maioria do seu equipamento fora destruído em 1991 e o que restava correspondia a modelos antiquados. A moral dos seus militares não era a ideal, e a recordação da pesada derrota de doze anos antes perdurava.

Atuação da ONU e da comunidade internacional no conflito.

As Nações Unidas enfrentam um desafio extraordinário na área da manutenção da paz. O número de operações continua crescendo, o envio e distribuição de tropas está aumentando em espiral e a necessidade de mais especialistas civis começa a fazer-se sentir com grande acuidade. Atualmente, o Departamento de Operações de Manutenção da Paz das Nações Unidas administra 16 missões em lugares tão distantes como Timor Leste, Haiti ou Saara Ocidental.

Atual situação política, econômica, social e cultural do Iraque.

O governo israelense quer que a força ampliada da ONU no Líbano ajude a monitorar a fronteira libanesa a fim de evitar que a Síria e o Irã abasteçam o grupo terrorista Hizbollah com armamento, afirmou nesta quarta-feira a ministra de Relações Exteriores de Israel, Tzipi Livni.]


Alunas: Amanda Bolsanello n°2, Letícia Codeco n°21 e Luana Moreira n°22 1°C

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA HISTÓRIA


HISTÓRIA
A história estuda sobre os fatos e histórias antigas, a fim de nos informar sobre passado desde a época da pré-história até a atual época de hoje.A história nos ensina a viajar pelos tempos antigos, pela época da pré-história conhecendo mais e mais

DOCUMENTO (FONTE ) HISTÓRIA
DOCUMENTO É MATÉRIA –PRIMA ESCRITO e são informações particulares. Esse conjunto de fontes materiais é denominado patrimônio histórico e cultura de um povo

TEMPO
O tempo nos ajuda a lembra na época da pré-história ou até mesmo na história atual .Nos faz sentir como se estivéssemos naquele tempo .


Calendário

O calendário é muito utilizado para nós, pois o calendário é que marca o dia,mês e anos em que nascemos, sem ele não haveria como sabermos as datas tanto as comemorativas quanto as normais.Pelos calendário dar pra nós lembra da história antigas como por ex:O dia 7 de setembro, que é o dia da independência do Brasil etc.


Periodização histórico
Diziam eles que quem não fazia uso da escrita, ou,seja era analfabeto, eles tinham um certo preconceito com aqueles que não usavam a escrita.



Elimar, Cláudio e Valdemir

INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA HISTÓRIA



História :É um vocábulo de origem grega que significa (conhecimento).Ela é o estudo do que os homens fizeram no passado,e das idéias que tinham.



Documentos (Fonte Històrica):São os pesquisadores, ao estudarem um documento ou fonte histórica que atribuem um sentido a esses documentos.



Calendário:Calendário são convenções ou seja, as sociedades em diferentes épocas.



Tempo:O senso comum tendo a considerar o tempo como algo fluído que avança


implacavelmente ao futuro



Periodicação Histórica: hestóriador determina os marcos cronologicos que considera mais relevantes por meio de uma pesquisa das fontes históricas.



Adriana, Jeane, Luciara e Rafaela